Na noite desta quinta-feira, 4 de outubro, a Lua vai parecer diferente: maior e mais brilhante. Esse fenômeno acontece porque o satélite natural está mais próximo da Terra, a cerca de 357 mil quilômetros de distância.
Esse evento, conhecido como superlua, foi documentado por pessoas em várias partes do mundo. O termo “superlua” não é um jargão científico, mas foi criado pelo americano Richard Nolle em 1979 para descrever essa ocorrência.
Segundo o Observatório Nacional, o melhor momento para observar a superlua é uma hora após o nascer ou o pôr do sol. Nesses horários, a Lua está perto da linha do horizonte, criando a impressão de que é ainda maior. No entanto, a visualização do fenômeno pode ser afetada por condições climáticas, como dias nublados, que dificultam a visão.
Neste ano, já houve outras duas superluas. A primeira aconteceu em 7 de outubro, quando a Lua estava a 361 mil quilômetros da Terra. A segunda ocorreu em 5 de novembro, com uma distância de 356 mil quilômetros. Esses eventos são ótimas oportunidades para observar o céu e apreciar a beleza do nosso satélite natural.