02/04/2026
@»casa df8»Amizade de Sammy Davis Jr. com Satanista ganha destaque após viralização

Amizade de Sammy Davis Jr. com Satanista ganha destaque após viralização

Um vídeo antigo de Sammy Davis Jr. no programa The Phil Donahue Show voltou a ser exibido, mostrando como o artista falava abertamente sobre rumores a respeito de suas ligações com Anton LaVey, satanismo e o ocultismo.

Nesse episódio, quando Donahue mencionou a unha mínima e vermelha que Davis usava nas telas, o assunto gerou curiosidade sobre seu interesse por temas ocultos. A explicitude do artista em responder foi surpreendente.

Quando Donahue fez a conexão entre a unha vermelha e o ocultismo, Davis não hesitou: “Sim, tem a ver com isso. Essa é a verdade.” O retorno desse vídeo se deu em um momento em que uma parte dessa história foi revelada mais uma vez.

Em dezembro de 2023, foi noticiado que Leslie Odom Jr. havia adquirido os direitos para uma nova produção baseada no artigo Dance With the Devil, que sairá na Rolling Stone em 2024. Ele planeja escrever e atuar no filme, em parceria com a Rolling Stone Films.

O artigo discute como a curiosidade de Davis o levou a uma amizade inesperada com Anton LaVey, que fundou a Igreja de Satanás. Isso aconteceu após Davis aparecer no piloto do programa Poor Devil, o que fez com que ele chamasse a atenção da igreja.

A relação entre os dois durou mais tempo do que Davis admitiu publicamente. Nos anos 70, ele se tornou um “bruxo honorário” e manteve um laço com LaVey e sua parceira, Diane Hegarty, por muitos anos. Ele tinha até um símbolo de Baphomet em sua casa, mas minimizava essa conexão em entrevistas.

Esse contexto novo faz o clipe do Donahue parecer diferente para quem assiste hoje. Após confirmar a ligação do seu símbolo com o ocultismo, Davis afirmou que sua curiosidade vinha do desejo de entender mistérios da vida.

“Estou fascinado pelo ocultismo porque muitas coisas nesse mundo não têm explicação”, disse ele, contando que se interessava por esse tema há “uns 15 anos ou mais.” Ele também ressaltou que a unha vermelha era apenas um símbolo, enfatizando: “Eu gostaria de tornar isso mais misterioso, mas não posso.”

Davis revelou sua fé ao dizer que era judeu há 22 anos e que seguia a teologia judaica. Segundo ele, seu interesse no oculto não afetava sua religião e não o levou a participar de rituais.

No final da entrevista, ele soltou uma piada que fez a plateia rir. “Não quero dar a impressão errada de que eu posso, tipo, fazer isso aqui e sumir com alguém.”

Essa conversa deixou claro o lado curioso de Davis, que abordava temas complexos com leveza. O interesse dele pelo ocultismo era um aspecto de sua personalidade, que ele explorou sem perder de vista suas crenças e valores.

Além da amizade com LaVey, a vida de Sammy Davis Jr. foi marcada por muitos outros encontros e experiências. O artista foi uma figura importante na cena musical e cinematográfica, transcendendo barreiras raciais e sociais.

Davis se tornou um ícone, realizando performances que misturavam vários estilos, do jazz ao soul. Sua passagem por diversas fases da vida lhe deu uma perspectiva única sobre o mundo ao seu redor e sobre as interações humanas.

O artista enfrentou críticas e desafios, mas sempre manteve uma postura de sinceridade. Ele se destacou como um dos primeiros artistas afro-americanos a quebrar barreiras na indústria do entretenimento.

Davis se envolveu em questões sociais e políticas, sendo uma voz ativa nas lutas pelos direitos civis durante os anos 60. Além de suas habilidades artísticas, sua influência foi sentida em muitos âmbitos da sociedade.

Ao longo dos anos, sua imagem e legado se tornaram parte da cultura popular. As lembranças de seus shows memoráveis e sua presença marcante continuam a ressoar entre fãs e novas gerações.

No fundo, Sammy Davis Jr. era mais do que um artista; ele era um pioneiro que abriu portas e inspirou muitos pelo seu talento e coragem. Seja em suas apresentações ou nas conversas sinceras que teve em entrevistas, a autenticidade dele sempre brilhou.

Davis não apenas celebre sua música e atuação, mas, de certa forma, sua curiosidade por temas como o oculto também faz parte do que ele foi e do que deixou como legado. A curiosidade é uma parte essencial da humanização dos grandes nomes, mostrando que eles também exploram o desconhecido.

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