A astrologia é um assunto que muitas pessoas têm interesse, mas pode ser confuso. Vamos entender as principais questões sobre o Ascendente e como isso se relaciona com o que chamamos de “gênio”.
Quando falamos de Ascendente, estamos nos referindo ao signo que estava ascendendo no horizonte no momento do seu nascimento. Cada signo possui graus, que são de 0° a 29°. Porém, algumas tabelas e cálculos podem usar escalas um pouco diferentes, o que causa confusão.
Uma das questões que costuma surgir é sobre o início da contagem dos graus. Algumas tabelas começam com 0° e vão até 29°, enquanto outras, como a de Ars Paulina, começam em 1° e vão até 30°. Isso pode gerar a dúvida sobre como utilizar os dados corretos, especialmente se você quer fazer análises mais profundas sobre sua personalidade ou influência astrológica.
Por exemplo, se você tem o Ascendente em 28° 54′ de Gêmeos, e outra pessoa tem em 0° 52′ de Sagitário, pode parecer complicado saber como identificar os anjos que se relacionam a esses ângulos. A confusão surge quando tentamos entender as correspondências entre os graus e os anjos, que são seres considerados protetores de cada grau do zodíaco.
Alguns astrológicos comentam que, para utilizar corretamente as tabelas, é necessário ajustar um grau. Isso significa que você deve subtrair ou somar um grau dependendo de qual tabela está utilizando. Esse pequeno ajuste pode impactar a interpretação de um mapa astral.
Voltando ao seu exemplo, você deseja saber quais anjos correspondem aos Ascendentes em 28° 54′ de Gêmeos e 0° 52′ de Sagitário. Para descobrir isso, você precisaria consultar a tabela apropriada de anjos e, ao mesmo tempo, aplicar o ajuste de um grau, caso esteja utilizando a tabela que começa em 1°.
O importante aqui é manter a calma e perceber que ajustes de graus podem parecer complicados, mas são comuns na prática da astrologia. Os anjos são uma camada adicional na interpretação e cada grau pode ter sua própria influência.
Em resumo, entender o Ascendente e seus graus pode achar um pouco confuso, especialmente com tabelas que usam diferentes inícios de contagem. Mas com paciência e o uso das ferramentas certas, é possível decifrar essas informações. Se você ainda sentir que não faz sentido, é sempre válido conversar com um astrólogo que possa esclarecer melhor as nuances do seu mapa astral.
A astrologia é uma área rica e cheia de detalhes. É natural ter dúvidas e buscar mais informações. Conversar com pessoas que compreendem do assunto, ler sobre o tema e testar diferentes tabelas pode ajudar na sua compreensão. O importante é se sentir confortável com as interpretações e o que elas podem trazer para a sua vida.
Lembre-se de que a busca por autoconhecimento é uma jornada pessoal. A astrologia é uma ferramenta que pode auxiliar nesse caminho, mas cada um deve encontrar sua própria forma de se conectar com esses conhecimentos. Assim, ao lidar com os graus e seus significados, você poderá entender melhor a sua influência astrológica e o impacto que isso tem na sua vida e escolhas.
Siga pesquisando e questionando. Cada nova descoberta traz mais clareza e, com certeza, você encontrará as respostas que procura na astrologia. Essa é uma jornada pessoal e cada um tem seu próprio tempo e espaço para entender esses conceitos.