05/02/2026
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Como lidar com a pressão e aproveitar as férias sem fazer nada

A fórmula para superar as pressões e alcançar o prazer de não fazer nada nas férias

Cristian Castro, conhecido cantor mexicano, tem se posicionado como um defensor do “não fazer nada”. Em uma entrevista recente, ele falou sobre como dedica momentos de sua vida a simplesmente não fazer atividades produtivas. Durante a conversa com Daniel Gebel, Castro comentou que passa tempo apenas contemplando, sem estar engajado em ações cotidianas. Quando questionado sobre o que isso significa, sua resposta foi vaga, mas gerou diversas reações nas redes sociais.

Essa abordagem de Cristian Castro surge em um momento apropriado, já que muitas pessoas buscam um tempo de descanso durante as férias. Essa época é marcada por um afastamento das obrigações diárias, permitindo que muitos aproveitem atividades como ir à praia, viajar para montanhas ou relaxar em casa. Para aqueles que podem se desconectar do trabalho, as férias representam uma oportunidade de recarregar as energias.

Entretanto, a pressão por produtividade está presente mesmo durante as férias. Muitas crianças, por exemplo, continuam com atividades extracurriculares, como aulas de taekwondo ou cerâmica, além da carga escolar. Nesse contexto, a ideia de “não fazer nada” pode parecer distante, já que a rotina agitada faz com que muitos sintam a necessidade de cumprir uma longa lista de afazeres.

Muitos almejam o descanso e a diversão, mas raramente se permitem a prática do “não fazer nada”. Essa ideia, embora atraente, gera confusão, pois até mesmo tentar não fazer nada pode se tornar uma tarefa. Durante as férias, esse desejo entra em conflito com a dificuldade de relaxar plenamente e se desconectar.

Um estado de “não fazer nada” é frequentemente associado à meditação e ao gozo da simplicidade, como observar o mar ou apreciar um momento de silêncio. No entanto, ao tentar seguir esse conceito proposto por Castro, pode-se acabar sentindo uma pressão adicional. Ela se assemelha à famosa piada sobre não pensar em um elefante: tentar não pensar em algo geralmente resulta no contrário.

Além disso, mesmo as férias estruturadas podem gerar estresse. É comum que os primeiros dias sejam tumultuados enquanto se ajusta ao novo ritmo. Encontrar formas de relaxar não significa necessariamente abraçar a ideia de “nada”, mas sim aproveitar os dias e se permitir momentos de tranquilidade, se assim desejar.

Quando alguém se permite ficar em silêncio, muitas vezes as pessoas ao redor podem interromper esse momento perguntando o que se passa ou se está tudo bem. O que deveria ser um espaço para contemplação acaba se tornando uma fonte de distração. A ideia de “militar” no “nada” é um paradoxo, pois envolve uma ação, mesmo que essa não seja evidente.

No entanto, existem formas de validar e respeitar esses momentos silenciosos. Seja em uma praia tranquila, ao tirar uma soneca ou ao observar o reflexo do sol na água, é importante reconhecer e dar valor a esses estados de contemplação.

Embora não saibamos exatamente como Cristian Castro passa suas férias, a sua reflexão sobre “não fazer nada” serve para introduzir uma discussão relevante. Essa temática pode ser um lembrete para muitos, principalmente em tempos de pressão e correria, de que momentos de pausa e reflexão também são essenciais para o bem-estar. No final, essa conexão com o “nada” pode nos ajudar a redescobrir um estado de paz interior que frequentemente deixamos de lado ao longo do ano.

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