No último sábado, dia 10, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) implementou uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti em Florianópolis. Esta iniciativa incluiu a aplicação de inseticida utilizando a técnica de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nas garagens do prédio-sede da SES, no Anexo I e no Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN).
O Aedes aegypti é o vetor responsável pela transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. A Borrifação Residual Intradomiciliar é uma estratégia de controle químico que visa a redução da presença desse mosquito em locais com alta circulação de pessoas. Durante a aplicação, o inseticida forma uma película protetora nas paredes internas, que permanece ativa por até quatro meses, eliminando mosquitos que entrarem em contato com as superfícies tratadas.
Nos últimos meses, a técnica já foi utilizada em 2.788 prédios públicos e privados, tanto por equipes estaduais quanto municipais. Essa ação reforça o compromisso da gestão em proteger a saúde tanto dos trabalhadores quanto da população em geral. A gerente de Doenças Transmitidas por Vetores da DIVE, Ivânia da Costa Folster, destacou a importância da técnica, que incentiva os municípios a adotarem a medida em suas áreas.
Essa ação é parte de um conjunto de medidas do Governo do Estado para enfrentar as doenças transmitidas por mosquitos, destacando a importância da vigilância e do controle do vetor, assim como a participação da população na eliminação de criadouros do mosquito.
A SES enfatiza que o combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. Para conter a proliferação do mosquito, a colaboração da população é essencial. Medidas simples, como a eliminação de recipientes que acumulam água e a atenção a possíveis criadouros em casa e nos arredores, são fundamentais para prevenir novos focos e proteger a saúde coletiva.