06/02/2026
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Futuros de NY se recuperam após queda e apostas em juros menores

Futuros de NY se recuperam após tombo, apesar de menor aposta em corte de juros

Os índices futuros nos Estados Unidos estão em alta nesta sexta-feira, dia 21, após uma queda significativa no dia anterior. Na quinta-feira, as ações recuaram em meio a preocupações sobre avaliações excessivas e um aumento intenso nos gastos com tecnologia. A gigante de inteligência artificial Nvidia teve uma queda de 3,2%, impactando negativamente o setor de tecnologia. Além disso, as dúvidas sobre a possibilidade de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve em dezembro também afetaram a confiança dos investidores.

Uma nova informação que influencia essa situação é que, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA, o setor privado criou 119 mil novas vagas de emprego em setembro, número bem acima das 50 mil esperadas por economistas. Essa notícia reforça a percepção de que o mercado de trabalho está mais forte do que se imaginava.

Os investidores aguardam agora a divulgação do índice de confiança do consumidor para novembro, elaborado pela Universidade de Michigan. O último dado preliminar mostrou que esse índice está próximo do menor nível em três anos. Além disso, discursos de membros do Federal Reserve podem trazer mais informações sobre a futura política de taxas de juros.

No mercado futuro, os índices apresentam os seguintes desempenhos: Dow Jones Futuro tem alta de 0,35%, S&P 500 Futuro cresce 0,25% e Nasdaq Futuro avança 0,11%.

Na Ásia-Pacífico, os mercados enfrentaram queda nesta sexta-feira, influenciados pela fraqueza das ações de tecnologia nos EUA e pelo temor de que o Federal Reserve não realizará cortes nas taxas em dezembro. A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, alertou sobre possíveis intervenções no câmbio, o que gerou apuros no mercado. Isso ocorre em associação a um pacote de estímulo de 135 bilhões de dólares anunciado pelo governo japonês, que também coloca pressão sobre os títulos do governo e a moeda do país.

Um dado importante que foi revelado nesta sexta-feira é que a inflação no Japão subiu 3% em outubro, bem acima da meta de 2% estipulada pelo Banco do Japão.

Os principais índices da Ásia tiveram os seguintes desempenhos: Shanghai SE, queda de 2,45%; Nikkei, retração de 2,40%; Hang Seng, diminuição de 2,38%; Nifty 50, queda de 0,21%; e ASX 200, baixa de 1,59%.

Nos mercados europeus, a tendência é de baixa, com investidores esperando importantes dados econômicos, como as vendas no varejo no Reino Unido e os índices das indústrias na Alemanha e no Reino Unido. O desempenho dos índices europeus é o seguinte: STOXX 600 cai 0,74%; DAX da Alemanha tem queda de 0,77%; FTSE 100 do Reino Unido baixa 0,61%; CAC 40 da França apresenta uma diminuição de 0,50%; e FTSE MIB da Itália vê uma queda de 0,81%.

No setor de commodities, os preços do petróleo enfrentam uma forte baixa, marcando a terceira queda consecutiva. Isso acontece em meio a pressões por um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia, que poderia aumentar a oferta de petróleo no mercado mundial. O minério de ferro na China também apresentou diminuição, pressionado por sinais de demanda fraca e margens de lucro menores na indústria siderúrgica. O petróleo WTI caiu 1,58%, sendo negociado a 58,07 dólares por barril, enquanto o Brent teve uma queda de 1,33%, cotado a 62,54 dólares por barril. O minério de ferro na bolsa de Dalian caiu 0,32%, sendo negociado a 785,50 iuanes, equivalentes a aproximadamente 110,09 dólares.

O bitcoin viu uma diminuição significativa, alcançando níveis não vistos há mais de seis meses. Isso ocorre em meio a uma menor exposição a ativos de risco e incertezas sobre possíveis cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve. O bitcoin caiu 3,23%, sendo cotado a 83.702 dólares.

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