06/02/2026
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importância dessa medida para sua saúde explicada

São Paulo, 02/12/2025 – O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma ferramenta bastante utilizada para entender se o peso de uma pessoa está adequado em relação à sua altura. Seu cálculo é simples: divide-se o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metros). Por essa facilidade, o IMC é amplamente adotado na área da saúde, pois permite identificar possíveis riscos relacionados à magreza extrema, sobrepeso ou obesidade.

No entanto, é importante ressaltar que o IMC possui limitações. Ele não distingue entre massa muscular e gordura, não informa a localização da gordura no corpo e pode variar conforme a idade, o sexo e outras características pessoais. Portanto, o IMC deve ser visto como um indicador inicial, que pode requerer avaliações mais completas a seguir.

Como calcular o IMC?

Para calcular o IMC, a fórmula é a seguinte:

IMC = peso ÷ (altura × altura)

Por exemplo, uma pessoa que pesa 50 kg e tem 1,60 m de altura faz o cálculo assim: 50 ÷ 2,56, resultando em um IMC de 19,5.

Além dessa fórmula, é comum usar calculadoras automáticas disponíveis na internet, que tornam o cálculo mais prático e rápido.

Tabela de Classificação do IMC:

Classificação IMC (kg/m²)
Baixo peso Menor que 18,5
Peso normal 18,5 a 24,9
Excesso de peso 25 a 29,9
Obesidade grau I 30 a 34,9
Obesidade grau II 35 a 39,9
Obesidade mórbida 40 ou mais

Ter um IMC abaixo do recomendado não indica necessariamente boa saúde. Este cenário pode ser sinal de subnutrição ou outros problemas de saúde que precisam ser investigados por profissionais. Algumas causas incluem privação alimentar, distúrbios alimentares, doenças metabólicas, intolerâncias alimentares, infecções parasitárias e inflamações intestinais.

As consequências de estar abaixo do peso podem incluir cansaço constante, queda de cabelo, alterações menstruais, infertilidade e ansiedade. Por isso, é fundamental manter um acompanhamento com médicos e nutricionistas.

Peso Normal

Um IMC classificado como normal indica que a pessoa apresenta um peso adequado para sua altura, o que reduz o risco de diversas doenças. Para manter essa condição, é importante:

  • Ter uma alimentação equilibrada;
  • Hidratar-se regularmente;
  • Praticar atividades físicas com frequência.

Esses hábitos não apenas ajudam a manter o peso, mas também promovem um bem-estar geral.

Excesso de Peso

Quando o IMC está entre 25 e 29,9, isso indica excesso de peso, uma fase que pode ser considerada pré-obesidade. Nesta situação, é aconselhável avaliar a composição corporal, incluindo o percentual de gordura, massa muscular e hidratação. Medir áreas como cintura, abdômen e peito é útil para entender melhor as mudanças que podem ser feitas no estilo de vida.

O acompanhamento profissional é essencial nessa fase, pois ajuda a evitar o avanço para a obesidade e a reduzir os riscos para a saúde cardiovascular.

Quando o IMC Indica Obesidade?

Um IMC de 30 ou mais indica obesidade, uma condição crônica que requer atenção médica. A obesidade pode ser classificada como moderada, grave ou mórbida, dependendo do valor do IMC. A acumulação de gordura na região abdominal é especialmente preocupante, pois aumenta o risco de problemas cardíacos.

As causas da obesidade podem incluir consumo excessivo de calorias, alterações hormonais, problemas metabólicos e comportamentais. Conhecer seu IMC é importante para identificar riscos associados ao peso e acompanhar mudanças ao longo do tempo, especialmente em crianças e adolescentes, onde ele pode indicar se o desenvolvimento está adequado.

Em adultos, o IMC é uma ferramenta preventiva, já que o excesso de peso e a obesidade estão associados a diversas condições de saúde, como:

  • Diabetes;
  • Alterações no colesterol e triglicerídeos;
  • Doenças cardiovasculares;
  • Dificuldades respiratórias;
  • Problemas articulares;
  • Alterações emocionais, como ansiedade e depressão.

Alternativas ao IMC

O IMC, embora útil, pode não ser o único parâmetro a ser considerado. Outras medições complementares, como:

  • Percentual de gordura corporal;
  • Relação cintura-anca, que avalia risco cardiovascular;
  • Análise de composição corporal, que detalha água corporal, massa magra e massa gorda.

Essas ferramentas oferecem uma visão mais precisa sobre a saúde do corpo, especialmente para atletas, idosos ou pessoas com variações na massa muscular.

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