05/02/2026
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Poder Judiciário do Acre atua em casos prioritários

Poder Judiciário do Estado do Acre

Capacitação sobre Violência Doméstica acontece em Rio Branco

Entre os dias 7 e 9 de outubro, a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realiza um Curso de Formação sobre Grupos Reflexivos para Autores de Violência Doméstica. O evento acontece na Escola do Poder Judiciário do Estado do Acre (Esjud), em Rio Branco.

A abertura do curso ocorreu no dia 7 de outubro e contou com a presença de servidores do Judiciário, além de profissionais das áreas de saúde, segurança pública, educação e assistência social que fazem parte da Rede de Proteção à Mulher. O objetivo do curso é capacitar facilitadores que atuam com grupos de homens que cometem violência contra mulheres, utilizando metodologias que promovem a reflexão sobre esse comportamento e se baseando em normas nacionais e internacionais.

A iniciativa integra as ações do Judiciário do Acre para garantir os direitos das mulheres e está alinhada à política nacional de combate à violência doméstica, conforme a Lei Maria da Penha e diretrizes do Conselho Nacional de Justiça.

Durante a solenidade de abertura, o vice-diretor da Esjud, desembargador Júnior Alberto, destacou a importância do programa, que visa a reflexão e responsabilidade de homens agressores. Ele enfatizou o papel do Judiciário no enfrentamento da violência contra a mulher.

O desembargador comentou que a capacitação é um passo importante para a formação continuada e para a promoção da justiça e dignidade humana. Ele ressaltou que a violência doméstica afeta muitas famílias e que é essencial a preparação de profissionais para lidar com esse problema social.

A juíza Evelin Bueno, vice-coordenadora da Cosiv, reforçou a relevância do curso na construção de uma cultura de paz. Ela pontuou que a violência doméstica é um problema complexo, que afeta diversos lares no país. A proposta do curso é criar um ambiente de compreensão e transformação, ao contrário de um espaço de julgamento.

O professor Adriano Beiras, responsável pela formação, discutiu conceitos teóricos sobre a intervenção em abordagens reflexivas, além de temas relacionados à violência contra as mulheres e a análise de masculinidades.

O curso representa um compromisso dos órgãos envolvidos em melhorar os atendimentos e as metodologias aplicadas para lidar com a violência doméstica e familiar, buscando sempre a proteção e os direitos das mulheres.

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