04/02/2026
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Sete militares dos EUA feridos em operação secreta na Venezuela

Sete membros das forças armadas dos Estados Unidos ficaram feridos durante uma operação secreta realizada no último fim de semana, cujo objetivo era capturar Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela. Um porta-voz do Departamento de Defesa informou que cinco dos soldados já voltaram ao trabalho, enquanto dois ainda estão em recuperação.

Os militares feridos estão recebendo cuidados médicos adequados e apresentam boas perspectivas de recuperação. O presidente dos Estados Unidos na época, Donald Trump, anunciou no sábado pela manhã que “alguns soldados se feriram” durante a ação em Caracas, que culminou na captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

Trump afirmou que, apesar dos ferimentos, todos os soldados estão em “boa condição”. Ele também ressaltou que não houve mortos entre as tropas americanas e que nenhum equipamento foi perdido na operação. Um helicóptero foi danificado, mas continuou funcionando.

Durante uma coletiva, o porta-voz do Departamento de Defesa elogiou a execução da missão, considerando que os poucos feridos são um reflexo da experiência das tropas envolvidas. A natureza exata dos ferimentos não foi divulgada, mas o secretário de Defesa, Pete Hegseth, informou que cerca de 200 militares americanos participaram da operação no centro de Caracas.

Denominada “Operação Resolução Absoluta”, a ação foi planejada durante meses e envolveu a construção de uma réplica do local onde Maduro estava hospedado. Trump descreveu o sítio como um “edifício altamente protegido”, comparando-o a uma fortaleza.

Os helicópteros foram utilizados para transportar equipes de captura, que incluíam policiais e operacionais de elite, enquanto diversas aeronaves, como caças e drones, neutralizavam as defesas aéreas da Venezuela.

Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, afirmou que os pilotos que estavam sobre Caracas estavam dispostos a arriscar suas vidas para proteger as tropas que operavam no solo.

A operação, que começou na noite de sexta-feira e se estendeu até a manhã de sábado, foi marcada por intenso fogo. Apesar dos feridos, não houve fatalidades entre os soldados americanos, segundo informes. Contudo, foram relatadas mortes entre as forças de segurança venezuelanas e cubanas durante a operação.

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